Serviços
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Diretoria
Consciência Executiva Saúde mental como estratégia de negócio
Palestra ou workshop estratégico para C-Level, diretores e conselheiros. Apresenta evidências científicas, o impacto financeiro real do adoecimento emocional e o papel da alta liderança como patrocinadora da transformação cultural. O primeiro passo para que saúde mental deixe de ser "pauta de RH" e se torne decisão de negócio.
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Lideranças
Liderança Consciente de gestor de metas a líder de pessoas
Workshop ou programa de desenvolvimento para gerentes, coordenadores e heads de área. Trabalha padrões automáticos de gestão, autorregulação emocional, segurança psicológica e o impacto direto do líder no clima da equipe. Líderes que entendem o que reproduzem deixam de ser parte do problema e passam a ser agentes de mudança.
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Colaboradores
Protagonismo e Autocuidado Autoliderança como prática diária
Palestra, workshop ou trilha de desenvolvimento para todos os colaboradores. Desenvolve autorresponsabilidade sobre emoções e limites, oferece ferramentas práticas de autorregulação e cria uma linguagem comum sobre saúde emocional. Porque a cultura só muda de verdade quando cada pessoa se torna parte ativa da transformação.
SERVIÇOS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE SAÚDE MENTAL CORPORATIVA
Mayra Vignoli · Arquiteta de Consciências Corporativas
O problema que ninguém quer nomear
Em 2025, o Brasil bateu recorde pelo segundo ano consecutivo: mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais. Somos o segundo país com mais casos de burnout no mundo. O adoecimento emocional já é a terceira maior causa de absenteísmo corporativo — e os números continuam subindo.
Enquanto isso, a resposta da maioria das empresas segue sendo cosmética: frutas no escritório, apps de meditação, palestras em datas comemorativas. Parece cuidado. Não muda nada. E quem trabalha com pessoas sabe disso.
A dor real de quem gere RH hoje não é falta de vontade — é a sensação de enxugar gelo. Licenças médicas subindo, engajamento caindo, lideranças que ainda tratam saúde emocional como fraqueza. E, agora, a pressão da NR-1: como implementar avaliação de riscos psicossociais sem critérios claros e sem o apoio genuíno da alta gestão? Como transformar uma exigência legal em cultura real — e não em mais um papel na gaveta?
A resposta começa onde a maioria das empresas tenta pular: a conscientização profunda.
Não adianta criar políticas de bem-estar se as pessoas — especialmente os líderes — não compreendem a raiz do problema. A ciência já deixou isso claro:
Dan Siegel, neuropsiquiatra, mostra que a desregulação emocional compromete decisão, criatividade e colaboração. Quando o cérebro entra em modo de sobrevivência, a inovação morre. Peter Levine, referência mundial em trauma, demonstra que o estresse crônico se acumula no sistema nervoso, gerando padrões automáticos — hipervigilância, rigidez, exaustão — que minam silenciosamente a confiança e a produtividade. Gabor Maté vai além: o adoecimento não é falha individual, é resposta do organismo a ambientes que ignoram necessidades humanas básicas de segurança, conexão e sentido. Quando a cultura opera por pressão constante e performance a qualquer custo, não é questão de se as pessoas vão adoecer — é de quando.
É por isso que Amy Edmondson, de Harvard, insiste: sem segurança psicológica, não existe alta performance sustentável. E como nos lembra Brené Brown, construir essa segurança exige líderes com coragem de abandonar a armadura do controle total para liderar com empatia real.
A saída não é terceirizar para o RH, nem culpar o indivíduo, nem apontar para a empresa. A transformação exige trabalho compartilhado: a empresa cria as condições, a liderança sustenta a cultura pelo exemplo, e cada pessoa desenvolve autoliderança e autorresponsabilidade sobre a própria saúde emocional.
Os programas que conduzo nasceram dessa urgência. Integram neurociência aplicada, evidências científicas e a experiência de quem viveu 20 anos como executiva — e precisou enfrentar e curar o próprio burnout. Meu trabalho não é apenas ajudar sua empresa a cumprir a NR-1. É construir, junto com o RH e a liderança, o alicerce da conscientização que transforma a forma como as pessoas se relacionam consigo mesmas, com o trabalho e com a cultura que constroem juntas, todos os dias.
“Conscientização é a terra fértil. Sem ela, qualquer ação de bem-estar é semente jogada no concreto.”
Cada programa é desenhado em três camadas, respeitando o nível de influência e a responsabilidade específica de cada público dentro da organização:
CAMADA 01: Diretoria - Visão estratégica e patrocínio
CAMADA 02: Lideranças - Prática e transformação do dia a dia
CAMADA 03: Colaboradores - Autoliderança e autorresponsabilidade
01 - Conscientização da Diretoria
FORMATO Palestra Estratégica ou Workshop Executivo (2h a 4h)
PÚBLICO C-Level, Diretores, Sócios, Conselheiros
O ponto de partida de qualquer transformação real. Se a alta liderança não compreende, não se compromete e não patrocina ativamente, nenhuma iniciativa de saúde mental se sustenta a longo prazo.
Entregáveis
— Panorama do contexto humano atual e seus impactos diretos no ambiente de trabalho
— Neurociência da resistência: por que mudanças culturais encontram barreiras cerebrais e como superá-las
— Base científica e evidências sobre saúde mental no contexto corporativo (Levine, Siegel, Maté)
— Biologia do estresse crônico e seus efeitos na tomada de decisão e performance executiva
— ROI da saúde mental: impacto financeiro real em turnover, absenteísmo e produtividade
— Quebra de crenças invisíveis sobre produtividade, performance e liderança “forte”
— O papel da alta liderança como definidora da cultura emocional da empresa
— Alinhamento estratégico entre saúde mental, sustentabilidade e resultados de negócio
Resultados
▸ Diretores que deixam de ver saúde mental como “custo de RH” e passam a tratá-la como estratégia de negócio
▸ Redução da resistência organizacional a mudanças culturais profundas
▸ Comprometimento da alta liderança como patrocinadora ativa da transformação
▸ Clareza de que saúde mental é responsabilidade sistêmica e compartilhada — não delegação
02 - Conscientização das Lideranças
FORMATO Workshop Aplicado ou Programa de Desenvolvimento (4h a 6 semanas)
PÚBLICO Gerentes, Coordenadores, Heads de Área, Líderes de Equipe
A liderança intermediária traduz cultura em prática diária. Um líder inconsciente dos próprios padrões emocionais reproduz ambientes tóxicos sem perceber — e nenhum programa de bem-estar corrige isso.
Entregáveis
— Toda a base científica da Camada 1, com maior profundidade prática e aplicabilidade
— Consciência sobre como o líder impacta diretamente o clima e a segurança psicológica da equipe
— Revisão de padrões automáticos de gestão: controle excessivo, pressão constante, urgência como método
— Ferramentas práticas de autorregulação emocional para o dia a dia corporativo
— Limites e responsabilidades: o que a liderança pode (e não pode) fazer em saúde mental
— Bases para implementação da NR-1 no que diz respeito a riscos psicossociais
— Desenvolvimento de escuta ativa, comunicação consciente e feedback humanizado
Resultados
▸ Líderes mais conscientes, autoregulados e estrategicamente preparados
▸ Redução de ambientes tóxicos silenciosos e da gestão por pressão
▸ Aumento da segurança psicológica e confiança nas equipes
▸ Cultura começando a se transformar na prática, no dia a dia
▸ Lideranças como agentes de mudança — não apenas executores de processos
03 - Conscientização dos Colaboradores
FORMATO Palestra, Workshop ou Trilha de Desenvolvimento (2h a 12 semanas)
PÚBLICO Todos os colaboradores da organização
A transformação cultural só se completa quando cada pessoa assume protagonismo sobre a própria saúde emocional. Autoliderança não é conceito motivacional — é uma prática diária de consciência e escolha.
Entregáveis
— Panorama do contexto humano atual e seus reflexos na vida pessoal e profissional
— Expansão de consciência sobre saúde mental e emocional no dia a dia de cada colaborador
— Desenvolvimento de autorresponsabilidade sobre emoções, limites e autocuidado
— Biologia do estresse: como o corpo sinaliza e o que fazer antes do colapso
— Quebra de crenças invisíveis sobre produtividade, perfeccionismo e “dar conta de tudo”
— Ferramentas simples de autorregulação e autocuidado aplicáveis no trabalho
— Criação de linguagem comum sobre saúde emocional dentro da empresa
— Fortalecimento de relações interpessoais, empatia e colaboração saudável
Resultados
▸ Colaboradores mais conscientes, presentes e protagonistas da própria saúde
▸ Relações de trabalho mais saudáveis, empáticas e colaborativas
▸ Redução de conflitos silenciosos e comportamentos reativos
▸ Cultura viva e compartilhada — construída por todos, não imposta de cima
A abordagem
Estes programas não são palestras genéricas sobre bem-estar. São intervenções estruturadas com base em:
Neurociência aplicada
Siegel, Levine, Porges — regulação emocional, sistema nervoso e impacto no comportamento
Evidências em saúde mental
Maté, OMS, pesquisas corporativas — dados reais sobre adoecimento e cultura organizacional
Autoliderança
Protagonismo individual sobre emoções, limites e escolhas conscientes no trabalho
Corresponsabilidade
A empresa cria condições; a pessoa lidera a si mesma. Transformação é trabalho conjunto
20+ anos de experiência
Vivência corporativa real, incluindo a travessia pessoal do burnout
Cada programa é personalizado de acordo com o momento, a maturidade, os desafios específicos e o orçamento da organização. O ponto de entrada pode ser uma palestra de conscientização para a diretoria ou um programa completo que percorre as três camadas.
O princípio que guia todo o trabalho é simples: a empresa cria o ambiente, e cada pessoa lidera a si mesma dentro dele. Quando essas duas forças se encontram, a transformação acontece de verdade.
Vamos conversar sobre o que a sua empresa precisa?
Entre em contato sem compromisso para me conhecer, e vamos desenhar e entender juntos o programa ideal para o seu contexto.
Mayra Vignoli